ontem mencionei q tinha medo de q esse blog fosse esquecido e depois abandonado por mim. agora o q mais me preocupa é algo totalmente diferente: e se ninguem sequer acesar-lo? é perfeitamente possivel q isso aconteça (quando se pensa sobre isso, provavelmente está acontecendo enquanto eu escrevo) e isso me assuta.
afinal u blog eh um meio de comunicaçao entre eu, o blogueiro, e você, o caríssimo leitor. eh claro q essa comunicaçao deveria ser tratada como qualquer outra; como a fala por exemplo. entao é perfeitamente lógico pensar q como eu estou escrevendo e ninguem está lendo eu estou falando sozinho. falando comigo mesmo e, ao menos para mim, isso eh aterrador. mas vendo por outro lado nao poderia pensar em outras formas de fazer propaganda do meu blog por aí. entao eu estou preso num beco sem saída. ou falo sozinho como um louco ou...
faço propaganda do blog na mnha escola, mas isso nao é cabível. afinal, as coisas q eu escrevo aqui sao muito... embarraçosas para q a populaçao geral (estou me sentindo um gênio falando assim ;-P ) fique sabendo quem eu sou.
se alguem esbarrar aqui no meu blog por engano, entao seria diferente.
um rapaz suspira esfregando a nuca com as maos cansadamente. ele empurra a cadeira de rodinhas para longe do computador por um momento, estala o pescoço e olha abatidamente para as palavras na tela. a barrinha vertical q mostra onde ele parara a digitaçao pisca lentamente. ele baixa a cabeça para o chao e fica olhando por uns momentos para a rodinha torta da cadeira. olha para a prateleira perto do computador onde os livros dele estavam arrumados por autor. bernard cornwell estava entre stephen king e dan brown e na outra estremidade cristopher paolini estava ao lado de um volume surrado de CS lewis. espremeu os olhos numa careta ressentida. sentia frustraçao. se lembrou do mundo pós apocalíptico de richard matheson q lhe causava tanta admiraçao e da emoçao q sentia ao ler khaled hosseini. estava amargurado.
por que...?, ele pensou, por que eu nao posso ser como eles? ele suspirou ao olhar para a tela. por que..., ele pensou, q pergunta idiota.ele resmungou mentalmente voltando para perto do teclado, eu nem consigo escrever um parágrafo sem esquecer de todos os acentos das palavras...
eu tenho muitos ditados, mas um q se encaixa em praticamente todas as situações eh o mais simples de todos: PQP, a vida é foda...
sábado, 7 de fevereiro de 2009
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